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Cilada

Nem sempre quem cala consente,

Tem muita gente muda por medo

Coisa que gruda como visgo de jaca

É a febre do desejo;

Nem sempre vontade

É coisa que dá e passa,

Ás vezes,quanto mais se dá,

Mais se quer

Cio de gata em plena lua cheia

Escorre pelas pernas

De muita mulher;

Nem toda fruta se chupa

Ainda que tenha polpa doce

Tem veneno que seduz pelo frasco,

Que bate na porta,

E usa lingerie

Mulher é bicho perigoso,

Que ataca retocando o baton, 

Que prepara o bote enquanto rir.

 

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Tatiane Correia Silva - Compositora/Poeta (SALVADOR-BA)
22/01/2019

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