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Oh lúcidos que não me ouvem!
Por que deixastes estes tijolos virarem muralhas?
Sem primeiro antes compreender
O poema da vida
 
Intranquilos corações e mentes sedentas
Não podem construir seus castelos na areia!
Injetando em vossas peles
Tantas fraquezas lícitas e ilícitas
 
Eis aqui teu tão esperado cadeado
Mutilará vossos sonhos e abraços
E voar livremente não será mais opção
Quando se acorrenta as próprias batidas do coração
 
Neste caminho os sonhos não passam pelas frestas
Ficam trancados junto a vossa solidão
Nem janelas sobram para tantos sonhos
E as respostas não estão no fundo do espelho
 
Oh lúcidos que não podem me ver agora
A vida continua mesmo sem o teu sorriso
És aqui o fundo do poço
E enterrastes com suas aventuras a aventura de viver.
 
Que olhares podem por assim enxergar?
Que mãos podem segurar firmemente a lucidez?
Quando ela invadir teu espelho num decisivo sorriso
E te chamar lá pra cima? 

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Professor Jedson
14/01/2019

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