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Desamor

Não compreendo mais, ou sequer entendi tal sentimento...

Vislumbrei as máscaras de uma peça de teatro

E cantei o amor em poemas de elementos - todos os quatro,

Sem conhecê-lo ou admiti-lo em meu contentamento...

 

Hoje, passados tantos anos desde que o idealizei,

Talvez eu nunca o quisesse, afinal, em meu ser complexo...

O amor se assemelha ao mero ato do sexo,

Pelo menos para a humanidade, a qual rege tal cisma como lei...

 

Como o ser humano quer amar... E muitas vezes não pode!

A ilusão da ternura e carinho confundem-se, como o carneiro e o bode,

Quando se trata da autenticidade do que é o amor...

 

Existem tantos tipos... Singulares, nunca tão simples... Eis tudo.

Eu, ao analisá-lo, fico pasmo e sinto-o destrutivo e mudo...

Mas talvez, seja apenas porque tenho o imenso vazio do desamor...

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Thiago da Silva Carbone
16/10/2018