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DEBRUM

 

Quando  candura livremente esboça.

 Em limiar dos sonos,  doce conforto.

Aconchegado, espalma e tanto  roça.

O silêncio calmo levado, pelo absorto.

 

Engenharia em  totalidades perfeitas.

Juntadas somas portanto, tão exatas.

 Universos, explanados  a mil receitas.

Rememoráveis, em eternas serenatas.

 

Abandonadas, em uma leve tristeza.

Recolhendo, vai congelando um vão.

Sentido mistério, na pousada beleza.

Descansada liberdade, em cada mão.

 

Uma melodia feita de silêncio total.

Espalhando o sonho, para cada um.

Os ventos amenizando, num festival.

Virando brisa leve, um florido debrum.

 

 

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izildinha renzo
05/05/2018

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