Site de Poesias

Menu

Faroeste Negro

(História do filho de Django Livre)

 

Você não sabe meu nome; 

Não sabe quem sou; 

Então saia do meu caminho, 

espero que tenha entendido. 


Não olhe na minha cara; 

Não me pergunte nada; 

Pois, se fizer isso: 

Irá conhecer minhas amigas. 


Balas nas suas mãos;

Queima roupa em seu pescoço; 

E se ainda estiver vivo; 

Uma bala na sua cabeça. 


Balas nas suas mãos; 

Queima roupa em seu pescoço; 

E se ainda estiver vivo...

Ah, eu vou te matar filho da p*ta!

Minhas balas são minhas melhores amigas. 


:Assobio:


Eu nao gosto de brigar. 

Eu zelo pela paz. 

Então é melhor pensar duas vezes, 

pois, eu só faço o que preciso. 


Está tudo sendo feito maneira errada,

para que tudo possa dar certo. 

Estou fazendo isso por amor, 

e por Amor eu não penso duas vezes. 



Se você quer me julgar, 

venha garoto, faça como quiser. 

Mas, se a meta é só me perturbar... 

Acho que é melhor você sair da minha frente


Eu farei o que for preciso 

para trazer e volta pra casa o sorriso dela. 

Eu sei como fazer para ser bom homem,

mas, a minha natureza é selvagem.

 

Se você quer me julgar, 

venha garoto, faça como quiser. 

Mas, pelo que faço, meu passaport já está carimbado para o inferno.

Meu julgamento é só com Deus. 


Eu farei o que for preciso 

para trazer e volta pra casa o sorriso dela. 

Eu sei como fazer para ser bom homem,

mas, a minha natureza é selvagem!!!

Compartilhar

Você pode ter acesso a essa canção em seu idioma original entrando em contato com Alexandre Cezar Fh. Curitiba

Alexandre Cezar Fh
12/05/2017