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O último homem

São dias nefastos,
Rubros, dias desgraçados,
de desgraça de um homem nato,
que faz do mundo um lugar mortificado.

Consumido pela ganância,
Coberto de arrogância,
Desregra-se de sua tolerância
E afoga-se na ignorância

Vai findar o dia em que ao andar
Cinzas de vidas cairão de suas vestes

Vai chegar o dia que a baixo dos seus pés
Os crânios quebraram, até que por fim ele vire o mesmo. 

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11/11/2016

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