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À Todas as Mães

Com que amor, dedicação, carinho e esforço,

Vejo, ao seu modo, cada mãe cuidar de um filho!

E sempre no olhar, mesmo o mais austero, há um brilho

De sentimentos sublimes onde me abrigo e contorço.

 

Destes lábios que repreendem, são carinhosos e cantam melodias,

Quantos já não escutaram tantos sábios dizeres?

Os suaves braços, que batem, mas também dão infinitos prazeres

Através de abraços junto a beijos de alegria!

 

Mães que tornam o mundo melhor por serem anjos.

Mães que sempre estão preparadas para batalhas.

Mães cujo o finito é transformado em infinito...

 

Que este soneto singelo, entre tantos outros arranjos

Possa dizer a fração de amor que teu existir espalhas!

E que a reciprocidade deste sentimento seja sempre bendito!

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Thiago da Silva Carbone
08/05/2016