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Ébrio de Amor

 
 


O sonho acabou
O mundo caiu
Abalou as
 estruturas
Teto
Portas
Paredes
Janelas
Tudo ruiu
Só restaram
Pedras sobre pedras
Perdido e só
Quase vive um corpo
Ou o que dele sobrou
Ébrio de amor
Na umbrática noite
Lágrimas se misturam
Aos destroços de um coração
Sentimentos caóticos
De quem perdeu um grande amor
Minh’alma assiste, impotente,
À frustração de um ser que sofre
Tentando avaliar sua amargura
Palavras engulo, são vazias, inúteis.
 
Então choro...choro a sua dor!

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Lucia Moraes
24/11/2014