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Densa Brisa

 

Sinto o frio gelado da manhã, desta serra que por todo dia

Penso no que me traz você. Em duas rodas piloto em solidão

O corpo logo é umedecido, pelo sereno ainda em pleno dia.

Da noite em que o sonho ainda brilha a flor de um coração

 

Penetra-me de leve o vento, e com ele a essência da tua poesia.

Logo o desejo em requintes, lamenta por não entender a razão.

Que faz do pós ver da tua noite, o amanhecer que sem alegria

É adeus pela a escolha, que a abdico pela lógica que diz não.

 

Na alma a tua cor, sem a esperança de em ti me renascer.

No interior do teu olhar em que o brilho apagado ..., enfim

Pela forma desencontrada que o tempo não soube nos ceder.

 

Vazio é o sentido da essência em que o sol já não faz aquecer

O começo colorido quando nele encontramos o próprio fim.

No epílogo da hora em que a noite não se faz amanhecer.

 

 
 

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Murilo Celani Servo
31/08/2014