Site de Poesias

Menu

Entorpecente da Paixão

Seu ouvido,
Seu ponto fraco,
A partir de um elogio bem feito
Até um beijo bem dado.

Todo esse tempo
Tenho contado seus passos,
Esperando pelo seus e marcas de batom,
Para tatuar o seu corpo com meus lábios.

Sinta esse arrepio
Que frio!...
É diferente.
Meu corpo frio
E nosso sangue quente.

Cada vez que massageio
sua pele macia, 
me gera uma orgia,
que é de matar,
Química do mal!
Vem me envenenar!

Deixa eu te cheirar,
Deixa eu viciar,
Seja minha Droga ,
Quero te usar!

Essa é a introdução,
Da  excitação,
De um sandeu estúpido,
O qual quer sua paixão.

Nunca use a frase,
“Vê se me esquece!”
Sua raiva, rancor e ódio
Geram-me uma febre!

Uma febre do bem,
que me faz refém,
Do seu “corpo delírio”
E da paixão também.

Venha me tocar!
Venha me usar!
Seja minha droga,
Vem me viciar!

Quando deitar comigo,
Sinta os nossos corações.
O estremecer das minhas veias,
em suas convulsões.

Sinta doce e sagrada dor,
De um profano castigar,
Cheio de prazer,
Antes da linha da paixão e do amar.

Deixa eu te cheirar,
Vamos nos usar,
Sejamos nossas drogas,
Vamos viciar!

Compartilhar
Alexandre Cezar Fh
05/07/2014