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PARADO


Fitou os confins do céu estrelado,
cada ponto luminoso no espaço negro
desconhecido.
 

Sentiu a lembrança no tempo estremecida.

A lágrima escorrida pela dura face.

O pingo a cair no chão arranhado.

Os pés petrificados num meio de um passo.

O olhar no começo do foco.

 

 

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Silvania Amaral
25/06/2014

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