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Sergio de Sersank

Poeta paranaense. Define-se como homem comum, em paz consigo e com a vida. Libertário. Independente. Um cidadão do mundo ou “monda civitano”, na língua esperanto, que fala com fluência e divulga com otimismo.
Sersank vem de uma infância muito pobre, sendo o 3º da prole de sete filhos de modesto sapateiro. Na adolescência devorou a estante de livros de um tio farmacêutico. Leu, entre outros, Julio Verne, Victor Hugo, Leon Tolstói, Henryk Sienkiewicz, além dos poetas românticos, parnasianos, simbolistas e modernos.
Mais tarde estudou toda a obra de Allan Kardec. Complementou esses estudos com os clássicos da literatura espírita. Encantou-se com o “Parnaso de Além-Túmulo” e com a figura ímpar de Chico Xavier. Convencido da existência de Deus – da imortalidade da alma e da reencarnação, abraçou essa doutrina. Teve também suas experiências mediúnicas. Fez ainda estudos de meditação transcendental, esoterismo e Conscienciologia.
No campo profissional exerceu as mais diversas atividades, indo de engraxate a supervisor operacional de utilidades industriais. Depois foi servidor público.
Formou-se em Administração legislativa pela UNISUL – SC. Atualmente presta serviços de consultoria e faz revisão de textos editoriais.
Casado desde 1985, vive modestamente com a esposa e três filhos, um deles adotivo.
Sersank é um artesão das palavras. Sua poesia não se restringe ao lugar-comum do sentimentalismo fútil. Induz à reflexão dos problemas do mundo e desperta a consciência do leitor para os legítimos valores do homem. Seus poemas fluem com espontaneidade e singeleza. Agradam, sensibilizam, elevam o estado de espírito. São, como ele diz, “poemas de caminhar”.

  • ""Só a forja do caráter eleva e distingue o homem." (Do meu livro "Estado de Espírito")"

Poesias de Sergio de Sersank

Título Data Com. Vis.
O GRITO DA TERRA 17/09/2012 0 759