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Arvore

Na primavera tu floresces
No verão o sol te resseca
No outono tens as folhas atiradas ao chão
No inverno, congelada parece morta
São estações de um pseudotrem que te carrega
Envelhecida pelo tempo não se dobras ao vento
De relento em relento tu passas
Certamente no futuro, centenária estarás
Agora amadurecida, frondosa e bela
O tempo é na verdade seu amante
Que num longo abraço te protege e te guarda.

 

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Cesar Garcez
25/04/2012

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