ENTRE A MULTIDÃO
Quando o amanhã se faz obscuro diante de minha ânsia
Procuro na memória teus passos, teu jeito doce de olhar.
Então entendo o que leva os poetas a vagar na infancia,
Perderem-se num abraço, nos braços do amar.
Desperta ou na dormência lamento os dias e noites de
Solidão
Sigo a buscar –te em todas as faces entre a multidão
Desejando o calor dos braços teus
E ofertar-lhe os carinhos meus.
25/09/2007
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