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AMIZADES DESALMADAS

AMIZADES  DESALMADAS
 
 
Era minh’alma a paz interior que tanto anelei,
Deslizava em suave a minha mente a pensar,
Quantos não foram os amigos que conquistei!
Gesto de amor que sempre piancei oferendar.
 
Nas minhas conquistas amicais nelas observei,
Tantas as mentiras que não eram para aceitar,
Eram atabafados verdugos que tão logo notei,
Inimigos do bem, querendo minha vida ceifar.
 
Cárcere da tristeza foi a prisão em que fiquei,
Não sei se nos confrades ainda posso confiar,
Mofina juventude foi a conclusão que cheguei,
 
De uma triste saga que só tenho a memorar,
Existência lépida, pretérito que não lembrarei
Imanes amizades não mais as quero abraçar.
 
Rivadávia Leite

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Rivadávia Leite
20/07/2010