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ORQUIDEAS

ORQUIDEAS

ORQUIDEAS    
 
Flor delicada como a música contemporânea.
Mil viagens em um ponto de partida! Pele macia
Linhas incorretas tomam conta de mim e da flor
Passos irracional me leva ao seu perfume.
 
Cores e mais cores no universo colorido do meu eu
Versos inacabados terminam em retas oblíquas.
Rosas, violetas e brancas são as graças da natureza.
Palavras sensatas e irreverentes! Rituais atravessados.
 
Águas calmas! Planta na curva do rio que corre para lá.
Vejo a transparência! Tez de uma flor encoberta pela luz.
Rasgos de cristais me dão vontade de colher sua beleza.
Eu te olho quando passo! Observo sua nuance multicor.
 
Cai à noite! Orquídeas que dormem me fazem pensar.
Contemplo a natureza nesse momento de graça.
A música contorna seus movimentos graciosos pelo ar.
Vejo seu crescimento nas grandezas estrelar...
 
Vem o dia, vem o mistério e o crescimento das flores.
Acordes de um violeiro que acorda as vidas que vejo lá fora.
Música dedilhada, flores regadas ao sabor do vento.
Vem a chuva e o cheiro do mato que me seduz aqui.
 
Outono, verão! Calor em demasia é a maresia.
Ribanceira florida de cores! Swing na lateral da luz.
Canto a  primavera surreal e sorrio para esse universo.
Faço-te poesias no azul e oferto estes versos aleatórios.
 
SORAIA
 
 

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Próxima poesia será no dueto... na fazenda

Ciganita
03/03/2010