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LUA

Saudade de teu brilho minha velha amiga
ao som de um violão que toca a noite inteira,
ao sabor de “doce” chimarrão ao lado de uma fogueira,
chorando brasas ao som de uma música antiga.

Estendes teus encantos por sobre a eira
onde o cansaço sob tua luz intensa se abriga
malhando o trigo que sobre dor se obriga,
sob pés feridos de uma vida inteira.

As noites contigo sempre me encantaram:
tristezas… desencantos… e os males que abortei,
em águas de moinhos já se passaram…


e sempre que apareces linda, distante, no negror do céu;
em versos poéticos aludirei,

palavras em sonetos que já rimaram.

 

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Jeovan A. dos Santos
29/12/2009