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AUSÊNCIA QUE FALA

Uma cadeira vazia;
Um vazio no canto da sala;
A sala que perdeu a magia.
O silêncio da voz que não fala,
Saudade da voz que ali se ouvia,
Felidiade indo embora na mala.
 
Um espaço aberto,
Uma ausência sentida.
Um extático e distante olhar incerto,
E sua busca perdida,
Num ponto fixo no canto da sala.
 
No canto da sala, no cheio do nada,
Numa cadeira vazia a ausência sofrida!
O sorriso que falta a iluminar o ambiente,
Deixando presente a sua partida.
 

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Jeovam A. dos Santos
13/11/2009