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Soneto da Alegria

 
Cheguei! Vinhas tão animada.
Feliz e motivado eu vinha.
Serei eu o dono de nada?
E você! Propina minha?
 
Esperei que do céu caísse e nada.
O que é teu foi partilha minha.
Te dei e vi você deslumbrada,
por todas as coisas que continha.
 
Alegrias que eu te proponho,
quando você desconfiava,
eu a acordava do seu sonho.
 
Mas eu via em seu olhar suponho,
que muitas vezes o que eu te dava,
nele eu imaginava o meu olhar risonho.
 

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Mauro Magalhães
10/10/2009

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