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Águas reluzentes

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Movimento ondulante que inebria.
Sobe, desce, movimenta-se livremente.
Fria, morna, quente, refrescante.
Água pura e cristalina, que alegria!
 
O por do sol produz lindos efeitos,
Sobre seu majestoso esplendor.
Brilhem águas espumantes do mar!
Alegrando meu infinito pensar.
 
Vejo ao longe um corpo a se movimentar,
Braços vigorosos inclementes,
Coordenam movimentos ao par,
De águas cristalinas e reluzentes.
 
Um mergulho será suficiente
Para vislumbrar maravilhas da natureza.
Ostras, polvos, lulas, algas, pedras e peixes,
Personificação de Deus, sinônimo de beleza.
 
Águas profundas gelam os ossos.
Nada mais reluz, nem claridade tem.
Torna-se obscuro esse ambiente,
Que pode ocultar um Ser diferente.
 
Mas desvendar o mistério,
Pode ser interessante e produtivo.
Quantos seres diferentes pode-se descobrir?
E quantas magias estarão por vir?
 
Águas reluzentes, águas profundas,
Misto de magia e curiosidade.
Sorte daquele mergulhador experiente,
Que se arrisca para saciar sua ansiedade.
 
Porém, para tudo existe um por quê?
Haja vista tudo ter um significado.
Águas geladas, águas mornas,
E cada Ser poderá será adaptado.
 
Continue o sol a fazer a sua arte,
Ao por do sol, reluzindo sua luz nas águas rasas.
Que tão bel o encanto produz,
E todo seu esplendor reluz.
 

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Imagem do Google - desconheço a autoria. Poesia escrita em 12/02/2009

Rosana Nobrega
11/08/2009