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Não vou desistir

Você se foi me deixando
E sem nada entender
Estou triste aqui
Foi num cavalo a galope
A poeira na estrada
A saudade doendo
Um aperto no peito
E a dor do partir

Mesmo sem rumo nem norte
Sou filho da sorte
Não vou desistir

Você se foi me levando
Os planos refeitos
E nada entendi
Foi me levando a alegria
O sonho desfeito
Tão tristes meus dias
Por certo distantes
De tudo que vivi

Mesmo sem rumo nem norte
Sou filho da sorte
Não vou desistir

Mas os meus olhos na estrada
São luzes que buscam
Pois sobrevivi
A este amor tão cantado
Que agora calado
Não perde a esperança
Que embora distante
Não morre em mim

Mesmo sem rumo nem norte
Sou filho da sorte
Não vou desistir

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"Não vou desistir" fala de um grande amor, de luta, de esperança... SSA, dezembro / 2006.

Silvestre Sobrinho
18/12/2006