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Soneto da Desculpa


DO CANTO SE FEZ O FULGOR ARDENTE
DO SORTILÉGIO ALGO MEDRAVA
DO SOLO CASTIÇO VIVIDO SENTE
UMA DEUSA IMPONENTE ALI ESTAVA
 
CUNHOU BELOS MORTAIS E FINDAS ÍNDOLES
TRANSFIGUROU OS ORBES EM UNS VERSOS
OSCULOU E RAIOU ALMAS AS HIPERBOLES
DECOMPONDO ANSEIOS E OBVERSOS
 
DE REPENTE TUDO SE FEZ SOMBRIO
AQUELA NATUREZA CABAL RUÍA
REVOGARA ENTÃO O LUDIBRIO
 
DAS QUIMERAS DO DESTINO FRUÍA
SÚPLICA SINCERA MANOU COM BRIO
PERDÃO ANIVERSARIANTE, GRUÍA!

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Daniel Ramos
14/04/2018