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O REDENTOR

 
 

 
 
Choveu torrencialmente naquele final de tarde.
O tempo destrambelhou a natureza veementemente.
De repente o céu escureceu numa iminente tempestade.
E tudo estremeceu perante os olhos dos homens infelizes.
 
Três dias depois um corpo havia sumido do sepulcro.
O que teria de fato ocorrido? Roubaram os restos mortais?
Para aqueles que o condenaram foi o que realmente se passou,
Porém a fé, que remove montanhas, sabe que o morto reviveu.
 
Renasceu para que se cumprissem as escrituras...
Que escrituras?
Ah, a Palavra de Deus através dos profetas.
Esta é verdade de que fala o Livro dos Livros: a Bíblia Sagrada.
 
Até hoje existem contendas sobre tais episódios.
Entretanto as Leis dos Profetas jamais falharam. Predisseram.
E tudo aconteceu conforme está escrito e subscrito.
Não é norma. É Lei. A mais perfeita LEI de que se tem notícias.
 
Idiotas são os que olham com desdém tais fenômenos.
Fracos são os que se deixam levar pela impiedade. São maus!
Imprudência das mais terríveis acomete a inteligência humana,
Por sinal a única verdadeiramente inteligente dentre os seres.
 
Nasceu. Seus primeiros instantes foram dentro de uma manjedoura.
Por que, então, permitiu o Pai tamanho desconforto para com o Filho?
Simples: para que o homem entendesse que a simplicidade é a razão.
Para que a humanidade soubesse, de imediato, que vida é humildade.
 
Que os filhos do Altíssimo compreendessem que tudo pertence ao Alto.
Que aqui nesta Terra somos apenas administradores dos bens celestiais.
Por isso a existência é efêmera e tudo passa num abrir e piscar de olhos.
Não obstante, vive-se exatamente o oposto. E esta adversidade traz frio.
 
Traz doenças incuráveis. Traz sofrimento, Traz dor. Resumo: hipocrisia!
O Filho do Homem veio até o planeta com um propósito, mas O traíram!
Traíram-No porque não O entenderam. Traíram-No por ambição e orgulho.
E acima de tudo, por uma pseudo vaidade que o mundo consome até hoje.
 
ELE nos trouxe todas as lições das quais necessitamos para sermos felizes.
Prodigalizou os mais incríveis milagres. Milagres que só ELE podia realizar.
Caminhou por terras distantes levando ensinamentos e deixando legados.
Provou por a+b QUEM era. Para que aqui estava. No entanto, crucificaram-No.
 
Transformou água em vinho. Multiplicou os pães. Ressuscitou mortos...
Andou sobre as águas do mar. Deu ordens aos ventos. Curou multidões
Dos mais variados males. Ensinou-nos a conversar com Deus: o PAI NOSSO.
Conversou com Abraão e outros no momento da Transfiguração. Provas!
 
Mostrou a todos o que é a liberdade, a justiça, o perdão, a fé, a caridade...
Não esqueceu de afirmar que somos a imagem e semelhança do Pai e,
Para tanto, disse com todas as letras que nada veio mudar, mas fazer cumprir.
Que ao nosso próximo devemos amar como a nós mesmos. Ao Pai, primeiro.
 
Nada passou despercebido. Santificou as crianças ao referir-se à inocência.
Com todas as letras e pontuações, confirmou delas o Reino dos Céus...
Então, inquiro, aqui o seguinte:  Por que ainda hoje há quem O renegue?
Diante de tantas pérolas e evidências, ELE foi, é e será sempre o Messias.
 
Nas águas do Jordão, perante todos, o Pai  O confirmou: Este é meu Filho amado!
A Voz veio diretamente das Alturas... Não há razão para não crer. Única Verdade!
Nomeou seguidores especiais para que espalhassem pelo mundo a Boa Nova.
Converteu Saulo de Tarso na estrada de Damasco. E este O aceitou, pois enxergou-O.
 
Desde criança levou uma vida simples a fim de que fosse imitado pelos homens.
Mas estes mesmos homens esperavam por um Messias Guerreiro. Rei da Guerra.
Não! Logo no princípio estava mais do que evidente: SEU REINO ERA O DOS CÉUS!
Pobres homens! Ainda hoje caminham sobre as esteiras da maledicência e do pecado.
 
Aportem-se! Apressem-se! As Escrituras do Filho do Homem estão bem próximas!
Os sinais há muito vêm sendo dados. Ainda é hora de trocar de roupa. Não de lavar,
Todavia de colocar novas vestes. O mundo não pode seguir diante de tanta maldade.
O Juízo é de cada um. Pegue sua cruz. Ele não morrerá outra vez. Seu nome: JESUS!
 
 
 

 
DE  Ivan de Oliveira Melo

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Ivan de Oliveira Melo
30/01/2018

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