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QUANDO, MINHA JANELA

Eu nunca esqueço a janela
de onde te vi primeiro.
Estava ali n'aquele quadrado...
meus sonhos, do mundo inteiro.

Seu olhar me cativando
meu coração pulsando
minha respiração arfando...
Tudo parou n'aquele momento
e eu, não mais me senti inteiro.

Vi meus sentimentos de amor vagando
meu peito sendo flechado
pelo Querubim de asas, alado...

Vi o sol diante da minha vida
e a rua da minha alegria em festa
pela banda de ti, oh querida!

D'aquela janela quadrada...
Te vi como estrela minha
brilhando no meu amanhecer...
Aurora boreal do meu crepúsculo
a esperança toda nua, você.

Antonio Montes 

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Antonio Montes
12/08/2017