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Anjo Negro II (Marie the Fallen One)

Anjo das desventuras noturnas
Sábia mente que se deleita em sabedorias
Ouvindo melodias e em sua destreza oportuna
Cria-se um caos em minha alma arredia


Anjo negro ela se chama
Resquícios de pudor ainda lhe convém
Bela e suave em repouso a sua cama
De um sutil tom, uma breve palavra me chama
Sou impedido pela infinita distância que nos mantém


Como um anjo negro ela se sente
Mente conflitante com seus desejos
Em seu âmago ela sente pesadas correntes
Presa por laços neste plano existente
Lhe deixam confusa em seu mundo que a vejo


Esperança é o que me resta apenas
Vê-la novamente em sua áura brilhante
És um anjo com asas de infinitas penas
Linda e radiante com seu brilho exuberante
Não me faz desistir um só dia incessante
Que de tudo és, de anjo até a mais bela Sirena.

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Augusto Grovermann
15/07/2015