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Distantes origens

Então, das longes terras que vivo somente
Antes de qualquer sentido ou ciência
E de rara chance descoberta de vossa existência
Descanso em saber que sorri plenamente.
 
Esta semblante que transparece plenitude
Esta carga positiva de vidas outroras
Quando me retorna este brilho, para mim é a aurora
E pairo em paz, na minha quietitude.
 
Gargalhadas que me traz paz ínfimas
Mesmo estando em distantes paisagens
Não há ser nesse mundo que seja legítma
E com estas humildes rimas
Traria você à minhas paragens.
 
Tenho vivido por eras e terras longíquas
Por dimensões e orbes atravessadas
Mas é rainha única e boníssima
De todas a mais simples digníssima
Deste servo aqui, tem a alma conquistada.

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Augusto Grovermann
13/10/2014