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Em Destaque - Fevereiro de 2006

  • Vale a Pena Esperar

    Sábado, 25 de Fevereiro de 2006

    Pablo Falabela profetiza o fim do silêncio no insistente revelar do Amor Eterno. Esperando e crendo no encanto, a vida se refaz. Você acredita no milagre? Então, quanto tempo vale a pena esperar pelo grande plano?

    É preciso esperar e crer no encanto
    Que o calor de Deus traz pra secar o pranto, enfim...
    (Seu amor é assim...)
    Destacada por Ederson Peka
  • Rascunho

    Sexta, 24 de Fevereiro de 2006

    Nivaldo da Silva Santos nos leva a reflexão sobre o que somos e como somos.
    Viaje na magia poetica deste autor e tire suas próprias conclusões. Ah! Não esqueça de deixar registrado suas conclusões...

    Alguns traços nunca ficam prontos
    Em outras partes ganhamos cor
    Outras são remodeladas
    Realçados com carinho e amor
    Destacada por Edson Satler
  • POESIA LIBERTÁRIA

    Quinta, 23 de Fevereiro de 2006

    O poeta é assim...
    Em um dia angustiado...fala da dor do viver...
    Em um dia encantado...fala do amor do prover...
    Todo dia é poesia, todo dia é sentimento...
    Nuanças de pura harmonia, viagem de pensamento...
    E como é bom ser poeta...
    Você ler e interpreta...
    Aprendendo a não julgar...
    Evoluindo o que é amar...

    Assim se desenvolve a poesia libertária.
    O singelo toque da caneta no papel,
    Num gozo de idéias irrefreáveis
    Despidas de qualquer pré-conceito,
    Expondo o íntimo desguarnecido do poeta,
    Destacada por Rita Reikki
  • Legado

    Quarta, 22 de Fevereiro de 2006

    Me diz: quem inventou a poesia?
    Que era ela? Lascada? Polida?
    Me diz quem buscou a rima...
    Faz canto! E em que versos!?!?
    (contidos? contados?
    ou apenas...) encantados...!,
    no poder com que se inventa,
    e em que poetas dessa Era,
    como Diego, Peka e Paradela,
    de tão nobres figurantes,
    protagonizam, triunfantes!,
    nos braços dela.

    Mas a rima toma vida inda que eu morra,
    E no silêncio que me tem eu ouço o verso
    Que me tomba, me aniquila, me arrasa
    E reconstrói-me: ainda o mesmo, mas diverso.
    Destacada por Nath
  • Alvenaria

    Domingo, 19 de Fevereiro de 2006

    Alvenaria...
    É a alma falando da solidez, a matéria dando lugar ao sentimento...
    Uma parede, um muro quantas vezes intransponível...
    É a própria alvenaria do viver em solidão...
    Casas frias, no movimento rotineiro...
    Sem ação, sem Deus, sem razão...
    Poucas linhas e variáveis sentimentos...

    e nada tira do lugar -
    sempre guardado
    por paredes frias...
    Destacada por Rita Reikki
  • Viva....Vida !

    Sábado, 04 de Fevereiro de 2006

    Uma mulher...
    Com força fé e amor!
    Uma mulher que grita em linhas...
    Utilizando-se das palavras como instrumento divino!
    Ainda não li suas outras poesias mas certamente o farei depois desta.

    Sorrio para o sol reluzente
    Que inunda meu ser de calor
    E agradeço a vida que insiste
    em fazer de meu mundo amor
    Destacada por Rita Reikki